A inclusão é um
movimento social que desafia a escola e a todas as pessoas envolvidas no processo,
sendo assim a escola se torna um local da diversidade, que se reflete na
quantidade de recursos e estratégias de ensino com o principal objetivo:
motivar as crianças e fazer com que elas aprendam. Ao profissional da educação,
cabe ser criativo e dinâmico, buscando sempre novas metodologias e novas idéias
tornando assim as aulas mais interessantes e isso está diretamente ligado ao
aprendizado do aluno com necessidades especiais. O professor deve estar sempre
se atualizando e buscando novas formas de construir o conhecimento com o aluno.
E isto pode ser feito através de atividades lúdicas que na maioria das vezes
acontecem com materiais alternativos e de fácil acesso do professor e até mesmo
do aluno.
Em vez de um professor rigoroso
do ponto de vista comportamental, talvez seja melhor investir no professor como
parceiro mais experiente, entusiasta de conquistas. [...] A didática também
pode ser envolvente. Em vez de longas fórmulas para decorar, problemas que
envolvam áreas distintas do conhecimento e fontes diversas como livros,
internet colegas. Em vez do mecânico, o lúdico. Em vez do teórico, o prático
[...].(CHALITA, 2001,p 82)
O que pode
motivar a criança especial para a aprendizagem? O que realmente motiva as
crianças especiais inseridas no ensino regular a participarem das atividades de
ensino e aprendizagem em
sala de aula, bem como o que o professor pode fazer para favorecer essa motivação.
Este dilema aflige todo e qualquer professor que realmente se importa com o
fato de seus objetivos didáticos – pedagógicos estarem sendo atingidos ou não.
A criança
especial precisa ser estimulada a ter uma boa auto-estima, a aceitar seu modo
único de ser; procurando um desenvolvimento conjunto, com igualdade de
oportunidades para todos e respeito a diversidade humana e cultural. Um dos
insucessos entre as crianças especiais é a falta de motivação para a
aprendizagem, pois muitas tem a consciência de que são incapazes. O processo de
aprendizagem é pessoal, sendo resultado de construção. Desta forma a aprendizagem
numa perspectiva cognitivo-construtivista, é como uma construção pessoal resultante
de um processo experimental interior a pessoa e que se manifesta por uma modificação
de comportamento. Cabe aos educadores proporcionar situações de interação tais,
que despertem no educando especial motivação para interagir com o objeto do conhecimento,
com seus colegas e professores. O processo de desenvolvimento dá-se na diversidade
e na qualidade das suas interações. Diante deste contexto percebe-se que a
motivação deve ser considerada pelos professores de forma cuidadosa, procurando
mobilizar as capacidades e potencial dos alunos especiais. É fundamental que a
criança queira dominar algumas competências. O desejo de realização é a própria
motivação, assim o professor deve fornecer ao aluno o conhecimento de seus avanços.
Izilda Rodrigues










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